Na reunião de ontem (7), em Recreio, com objetivo de apresentar a situação do lago da UHE Barra do Braúna e discutir propostas futuras para sanar o problema dos altos índices de cianobactérias encontrados nas águas do rio Pomba na área do reservatório deixou os participantes preocupados, pois, nenhuma solução imediata foi proposta.

Os representantes da Barra do Braúna Energética S/A, Bernardo Gravino, Wagner Akihito, Gustavo Sbrissia e Lucas Lagrotta, apresentaram o problema do lago, que está impróprio para banho, pesca e consumo, por causa do aumento, há meses, das cianobactérias.
Os operadores disseram que “o caso que está acontecendo com o lago é novo e que eles não estavam preparados para passar por isso”. O vereador Paulinho Pintor, solicitante da reunião, perguntou sobre os problemas que esta bactéria pode causar ao ser humano e eles disseram que estão buscando mais informações sobre ela e enfatizaram que “o importante é evitar o consumo desta água”. O diretor do SAAE, Ronaldo Machado, questionou o que a empresa fará para acabar com essas bactérias e os representantes falaram que “em curto prazo o aumento das chuvas ajudaria e em longo prazo seria as prefeituras dos municípios às margens do Pomba empreender obras de redes de tratamento do esgoto”. A Brookfield está vinculando o aumento das cianobactérias ao período de poucas chuvas e a poluição oriunda das margens do rio. O prefeito Ônio Fialho Miranda, esteve presente, e declarou que “está disposto a ajudar no que for preciso, mas, que a sua gestão está encerrando e talvez não dê tempo para fazer muita coisa”.

Ao final ficou estabelecido que Recreio em conjunto com autoridades estaduais de saúde e em harmonia com cidades vizinhas irá apresentar à Barra do Braúna Energética S/A propostas de parceria em relação ao caso. Porém, todos os envolvidos, Recreio, Laranjal, Leopoldina e Cataguases, terão novas administrações a partir de 1º de janeiro.
Participaram também da reunião, Alberto Felix, superintendente da SUPRAM Zona da Mata; Ana Luísa Simões Silva, secretária municipal de saúde; Jadir Heleno Simão Araújo, secretário municipal de desenvolvimento econômico e sustentável; Antônio Edilso Lima de Bem, responsável técnico do SAAE; Fabrísio Brito de Barros, presidente da Câmara Municipal; Leandra Rosa, representante da vigilância epidemiológica. Nenhum pescador ou produtor rural foi convidado a participar. O Site Pólis conversou com alguns participantes e eles disseram que “a situação é preocupante”.
A reunião havia sido solicitada pelo vereador Paulinho Pintor em ofício enviado ao vice-presidente de meio ambiente, fundiário e responsabilidade social da Brookfield Renewable, Antônio Fonseca dos Santos. “A ideia era de uma audiência pública, com a presença de vários setores da sociedade, para que todos entendessem a gravidade do problema, mas, infelizmente não foi assim.” Segundo informações obtidas pelo Site Pólis os convites para participar desta reunião foram feitos pela secretaria municipal de governo.
E o que faram com os peixes que estao sendo criados em tanque?podem ser consumidos ?
E oque os proprietarios de tanque rede vai fazer com tanto peixe ?eles podem ser consumidos?
Abre as comportas que com a quantidade de água irá lavar ,levar sei lá as bactérias. Precisa é de grande quantidade de água isso eles não falam porque elas fechadas geram dinheiro… Abrindo as comportas o problema resolvido…