No dia 1º de abril a Prefeitura Municipal de Recreio afirmava por meio de sua página oficial no Facebook que “hoje, Recreio não fica mais sem água”, dando ênfase às obras emergenciais realizadas no manancial em 2015, porém, com a estiagem extemporânea o racionamento voltou a ser adotado pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto “SAAE” vinte dias depois da publicação.

Na postagem a administração municipal vangloriava através de fotos a atual situação do manancial depois da obra descrita como “excelente obra de ampliação, aprofundamento, alargamento (…), realizada pela Prefeitura Municipal como nunca antes foi feita no Município (…).”
Mas, o que o governo municipal, não esperava era que o março passasse sem as tradicionais “águas de março fechando o verão” e o outono fosse quente, seco e com escassez de chuva. Até a data de hoje, 22 de abril, ainda não choveu nenhuma gota sequer no corrente mês e as previsões meteorológicas para os próximos dias são de 0 mm de chuva (http://www.climatempo.com.br/previsao-do-tempo/cidade/3962/recreio-mg).
O racionamento no abastecimento de água na cidade atinge mais de 3.500 residências e está funcionando por meio de rodízio, conforme divulgação do SAAE: bairros acima do Largo Santo Antônio, das 6h às 14h (abastecimento) – Planalto, Alto do Asilo, Canto da Fábrica, Caxias, Arraial do Sapé, Mandioca e Hermes Machado e mediações; bairros abaixo do Largo Santo Antônio, das 22h às 6h (abastecimento) – Canto dos Ferreira, Cohab Dr. Irajá, Botafogo, Grotinha, Rua da Conceição, Avenida, Cohab José Muniz e mediações.
A crise hídrica em Recreio perdura desde outubro de 2014, quando foi realizado o primeiro racionamento da história do Município, desde então a medida já foi adotada mais quatro vezes.
Ele esqueceu de combinar com São Pedro.
Seja bem vindo Padre